O corpo, o nosso corpo
Reparou que sempre nos referimos ao corpo como nosso e não como nós? De fato, agimos assim inconscientemente o que já temos a beira da consciência, quase nos revelando mais e mais verdades. Olhe para sua mão e observe, ela é você? Seu pé, ou suas pernas, são você ou são seus? E quando se está em uma situação de perigo ou mesmo quando fazemos uma ligação dizemos quase sempre: “Sou eu” como um pedido de identificação, como se você estivesse dizendo ao outro que se está em perigo, nesse momento não importa quem seja - se em perigo qualquer um socorre a qualquer um em perigo, é um instinto de sobrevivência que é tão ou igual por si mesmo, pelo seu próprio corpo. Isso é o inconsciente divino, da nossa divindade, da consciência adormecida de sermos ímpar, único, Um.
Que seja!
Sônia Vianna Landeo















